PORTUGAL NO INVERNO DA "TRÉGUA OLÍMPICA"

Arthur Hanse e Kenquyen Lam representam Portugal nos Jogos Olímpicos de Inverno 2018

Arthur Hanse (nascido em Paris, há 24 anos) e Kenquyen Lam (oriundo de Macau, de 38 anos) são os dois esquiadores que representam Portugal nos Jogos Olímpicos de Inverno a decorrer até  25 de Fevereiro, três semanas de competição diversificada e intensa, na Coreia do Sul.

Os dois esquiadores que se manifestaram, à saída de Lisboa, em direcção à longínqua PyeongChang (Coreia do Sul) felizes e orgulhosos por participarem nesta 23ª edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. sob a bandeira de Portugal, envergam (tal como os outros elementos da Missão Portuguesa) um equipamento histórico, se tivermos em conta que o mesmo se inspirou no planisfério de Alberto Cutileiro e das Oficinas do Museu da Marinha (criação de 1970).E transportam, assim, a imagem das navegações portuguesas mais relevantes, com a  indicação das rotas seguidas pelos nossos mareantes, nomeadamente a linha divisória que dividiu o Mundo ao tempo dos Descobrimentos e que ficou estabelecida através do Tratado de Tordesilhas.

Uma imagem bem recuperada para este efeito, aliás, e que projecta, ainda, elementos da flora e da fauna dessa época de antanho, muito semelhante à cartografia produzida nos séculos XV-XVI.

Fotografias Comité Olímpico de Portugal

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NOVE PORTUGUESES NAS ESTRUTURAS DA SIGA

Logotipo CNIDNove portugueses integram, a partir desta quarta-feira, os vários comités constituídos no seio da Aliança Global para a Integridade no Desporto (SIGA no nome original em inglês), após se ter realizado, esta quarta-feira, a reunião magna na sede do Comité Olímpico de Itália, em Roma.

O relevo maior foi a ratificação de Emanuel Medeiros como CEO desta organização internacional não-governamental.

Entretanto, decorre ainda uma conferência sobre um conjunto de temas ligado à integridade no desporto, onde estarão presentes mais de duas centenas de personalidades de todo o mundo, encontro que contará com outros dirigentes portugueses, entre os quais Diogo Nabais (Secretaria de Estado da Juventude e Desporto) e Pedro Machado (Banco de Portugal).

Nos vários grupos criados, destaca-se a presença de Vítor Serpa, director do Jornal A Bola no grupo de Media, Patrocínios e Integridade no Desporto, tendo o CNID-Associação dos Jornalistas de Desporto dado o primeiro passo para a abertura de Portugal para a integração nesta instituição, recentemente reforçada com o compromisso firmado quer pelo próprio CNID quer pela A Bola, O Jogo, Record e Antena 1 para com a SIGA, num acto que decorreu em Dezembro passado em Lisboa.

Neste mesmo grupo, está também Maria João Ribeiro (IdeaCan).

No grupo da Protecção de Menores está João Paulo de Almeida (Director Geral do Comité Olímpico de Portugal) e Luísa Gonçalves (do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), contando-se ainda mais dois cidadãos de países de língua portuguesa: Paulo Spleller (Brasil) e Ângela Melo (Moçambique, pertencente à UNESCO).

João Paulo Almeida está ainda no grupo da Integridade das Apostas Desportivas.

Pedro Machado (Banco de Portugal) e Fernando Veiga Gomes (União Internacional de Advogados) estão no grupo da Integridade Financeira no Desporto, enquanto Paulo Frischsknet (dirigente da Liga Europeia de Natação) está no grupo da Boa Governança no Desporto.

Sem dúvida um passo gigante para um desporto melhor, para uma governança séria e para uma integridade que se aguarda há muito tempo.

 
COMUNICADO - DIVULGAÇÃO DE E-MAILS JORNALISTAS DESPORTIVOS

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O CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto não pode deixar de manifestar o seu repúdio pelo mais recente ataque aos jornalistas e colaboradores desportivos, no caso através da divulgação de e-mails privados que colocam em causa a integridade de um conjunto de jornalistas, alguns deles dos mais destacados da nossa classe.

O CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto tem a obrigação, de acordo com o artigo 3.º dos seus Estatutos, de defender o bom nome desses profissionais, vilmente expostos na praça pública.

Esperamos que as autoridades possam estabelecer inequivocamente a falsidade do e-mail em questão, porque se ele tivesse chegado a uma só pessoa que fosse já estaríamos perante uma situação muito grave, gravidade que aumenta quando é tornado público, pondo em causa aquilo que de mais sagrado tem um jornalista: a sua honra e a sua credibilidade.

A classe tem sido muito atacada, chegando-se ao ponto de confundir comentadores com jornalistas profissionais, quando estes têm a obrigação de observar um código deontológico e estão obrigados a um regime de incompatibilidades imposto por lei da República.

Este caso concreto obriga os jornalistas desportivos a terem atenção redobrada aos seus deveres profissionais e aos princípios do Jornalismo.

Recentemente, o Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas lembrou que “o jornalista deve recusar funções, tarefas e benefícios suscetíveis de comprometer o seu estatuto de independência e a sua integridade profissional. O jornalista não deve valer-se da sua condição profissional para noticiar assuntos em que tenha interesse”.

Este princípio, que vincula deontologicamente os jornalistas, deve ser tido em conta por cada um, caso a caso, no seu trabalho quotidiano. Ele abrange todas as situações que possam pôr em causa “o seu estatuto de independência e a sua integridade profissional”.

O Conselho Deontológico defende que a questão não abrange apenas relações de proximidade pessoal ou familiar com as fontes, os agentes e os implicados nas notícias e outras peças jornalísticas, mas também as situações em que o jornalista sinta que a sua isenção possa ser posta em causa por terceiros, por motivos de proximidade.

A Direção do CNID

Lisboa, 3 de janeiro de 2018

 
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