Carlos Lopes prometeu a si próprio o que queria ser e… cumpriu!

Tertúlias Olímpicas começaram em Lisboa

Carlos Lopes conversou durante 90 minutos com António Simões

Com esta afirmação – que confirma o ser humano que foi e o extraordinário atleta “pré-datado” de campeão olímpico dotado de poderes, para a altura, quiçá sobrenaturais – o campeão olímpico Carlos Lopes demonstrou, uma vez mais, que sabia sempre o que fazia, depois de analisar todas as vertentes decorrentes da presença em cada prova, quer em crosse, quer em pista, quer em estrada, onde chegou ao ouro olímpico.

Em cada prova, como referiu, Carlos Lopes percebeu tudo o que era preciso para cumprir a meta que tinha prometido a si próprio, com a plena convicção de que chegar a esse patamar era apenas uma questão de tempo, sem ansiedades, sem nada que o atormentasse, a não ser a forçada ausência dos Jogos Olímpicos de Moscovo (1980) por motivo de uma lesão que levou bastante tempo a ser curada e o ”toque” que sofreu de um automobilista, na Segunda Circular de Lisboa, a duas semanas dos Jogos de Los Angeles, onde, finalmente, subiu ao patamar das estrelas mais cintilantes da história do Olimpismo.

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Jornalismo de investigação em destaque no Congresso da AIPS

O Jornalismo de Investigação em português esteve em destaque no 83.º Congresso da AIPS (Associação Internacional da Imprensa Desportiva) que decorreu em Budapeste. O brasileiro Jamil Chade ganhou o Prémio dessa categoria, entregue na Gala de segunda-feira no Hotel Corinthia da capital húngara – onde decorreu todo o congresso – e participou num painel com Nazim Bessol (Tunísia) e Sebastian Torok (Argentina). 

Jamil Chade esteve na base de boa parte das notícias sobre corrupção nos Jogos Olímpicos e do Campeonato do Mundo que se realizaram no Brasil. “O Mundial acabou com o governador do Rio na prisão, tal como o vice-governador e o governador antecessor destes”, disse o jornalista brasileiro no painel moderado por Gianni Merlo, o italiano que preside à AIPS.

Chade vive hoje na Suíça, trabalha para vários meios (como o portal UOL e o Estado de S. Paulo), é autor do livro “Política, propina e futebol” e considera que as grandes realizações desportivas desencadearam tais problemas que “os 7-1 da Alemanha ao Brasil foram a mais pequena das humilhações”. Para o jornalista brasileiro de origem libanesa, “há muitos problemas e até o facto de uma TV comprar direitos de jogos e de competições põe a questão de saber se essa tv está em condições de olhar jornalisticamente para essas realizações e federações – é preciso que o lado jornalístico esteja completamente separado do resto”.

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Prémios de Jornalismo sobre Direitos Humanos e Integração

Prémio de Jornalismo Direitos Humanos & Integração, uma iniciativa conjunta da Comissão Nacional da UNESCO e da Secretaria Geral da Presidência do Conselho de Ministros, na área da imprensa escrita, radiofónica e audiovisuais, foi entregue aos respectivos vencedores no decorrer de uma sessão pública realizada no Teatro D. Maria I.

Este prémio tem por objectivo reconhecer o trabalho desenvolvido por profissionais da comunicação social, a nível nacional, em prol dos direitos humanos e das liberdades fundamentais.

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