Miranda Calha faleceu

Da esquerda para a direita em primeiro plano: Vítor Vasques (presidente da Assembleia Geral do U. Coimbra), Fernando Mendes Silva (presidente da Câmara Municipal de Coimbra), Júlio Ramos (presidente do Clube de Futebol União de Coimbra), Júlio Miranda Calha (secretário de Estado do Desporto) e Mirandela da Costa (director-geral dos Desportos)

Júlio Miranda Calha, histórico dirigente do Partido Socialista e por três vezes secretário de Estado com a tutela do Desporto, faleceu no passado sábado, 28 de março, aos 72 anos, vítima de um acidente vascular cerebral (AVC).

Formado em Letras, professor e deputado à Assembleia Constituinte (1975) e à Assembleia da República pelo PS até 2019, Miranda Calha foi também governador civil de Portalegre e responsável por outras pastas, como a Defesa Nacional, em vários governos.

A notícia do falecimento foi adiantada por João Soares, ex-autarca de Lisboa e também histórico dirigente socialista, na sua página na rede social Facebook.

O CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto, que contou sempre com a colaboração e o apoio de Miranda Calha, manifesta o seu pesar pelo desaparecimento do ex-governante e apresenta sentidas condolência à família.

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NOTAS – A imagem, da década de 80, foi feita nas instalações do Governo Civil de Coimbra. A foto pertence ao espólio do Clube União 1919, ex-União de Coimbra.

Logótipo do “site” Campeões de Portugal

ATA DO JÚRI

Aos 8 dias do mês de Janeiro de 2020, reuniu-se na sede do CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto, às 10h30, o Júri do concurso para escolha do logótipo do “site” campeoesdeportugal.pt, que o CNID pretende concretizar com o apoio da Fundação do Desporto.

Estiveram presentes António Santos Neves (presidente da Assembleia Geral do CNID), Manuel Queiroz (presidente da Direção do CNID) e Ricardo Paiva (diretor do Departamento Gráfico de A Bola), enquanto Filipa Palmeirim (designer) participou na reunião por telefone e correio electrónico.

Analisados os 79 trabalhos a concurso, o Júri decidiu selecionar dois para análise mais aprofundada.

Após debate entre os membros do júri, foi decidido declarar vencedor o trabalho identificado com a letra N, apresentado por Diana Soares.

E nada mais havendo a tratar, foi elaborada a presente Ata, que vai ser assinada por todos os elementos do Júri.

Lisboa, 14 de Fevereiro de 2020

O Júri

(O CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto, ao mesmo tempo que agradece a participação de todos os concorrentes, pede publicamente desculpa pelo atraso na divulgação do resultado do concurso, que ficou a dever-se a circunstâncias imprevistas.)

Carlos Lopes prometeu a si próprio o que queria ser e… cumpriu!

Tertúlias Olímpicas começaram em Lisboa

Carlos Lopes conversou durante 90 minutos com António Simões

Com esta afirmação – que confirma o ser humano que foi e o extraordinário atleta “pré-datado” de campeão olímpico dotado de poderes, para a altura, quiçá sobrenaturais – o campeão olímpico Carlos Lopes demonstrou, uma vez mais, que sabia sempre o que fazia, depois de analisar todas as vertentes decorrentes da presença em cada prova, quer em crosse, quer em pista, quer em estrada, onde chegou ao ouro olímpico.

Em cada prova, como referiu, Carlos Lopes percebeu tudo o que era preciso para cumprir a meta que tinha prometido a si próprio, com a plena convicção de que chegar a esse patamar era apenas uma questão de tempo, sem ansiedades, sem nada que o atormentasse, a não ser a forçada ausência dos Jogos Olímpicos de Moscovo (1980) por motivo de uma lesão que levou bastante tempo a ser curada e o ”toque” que sofreu de um automobilista, na Segunda Circular de Lisboa, a duas semanas dos Jogos de Los Angeles, onde, finalmente, subiu ao patamar das estrelas mais cintilantes da história do Olimpismo.

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Jornalismo de investigação em destaque no Congresso da AIPS

O Jornalismo de Investigação em português esteve em destaque no 83.º Congresso da AIPS (Associação Internacional da Imprensa Desportiva) que decorreu em Budapeste. O brasileiro Jamil Chade ganhou o Prémio dessa categoria, entregue na Gala de segunda-feira no Hotel Corinthia da capital húngara – onde decorreu todo o congresso – e participou num painel com Nazim Bessol (Tunísia) e Sebastian Torok (Argentina). 

Jamil Chade esteve na base de boa parte das notícias sobre corrupção nos Jogos Olímpicos e do Campeonato do Mundo que se realizaram no Brasil. “O Mundial acabou com o governador do Rio na prisão, tal como o vice-governador e o governador antecessor destes”, disse o jornalista brasileiro no painel moderado por Gianni Merlo, o italiano que preside à AIPS.

Chade vive hoje na Suíça, trabalha para vários meios (como o portal UOL e o Estado de S. Paulo), é autor do livro “Política, propina e futebol” e considera que as grandes realizações desportivas desencadearam tais problemas que “os 7-1 da Alemanha ao Brasil foram a mais pequena das humilhações”. Para o jornalista brasileiro de origem libanesa, “há muitos problemas e até o facto de uma TV comprar direitos de jogos e de competições põe a questão de saber se essa tv está em condições de olhar jornalisticamente para essas realizações e federações – é preciso que o lado jornalístico esteja completamente separado do resto”.

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Prémios de Jornalismo sobre Direitos Humanos e Integração

Prémio de Jornalismo Direitos Humanos & Integração, uma iniciativa conjunta da Comissão Nacional da UNESCO e da Secretaria Geral da Presidência do Conselho de Ministros, na área da imprensa escrita, radiofónica e audiovisuais, foi entregue aos respectivos vencedores no decorrer de uma sessão pública realizada no Teatro D. Maria I.

Este prémio tem por objectivo reconhecer o trabalho desenvolvido por profissionais da comunicação social, a nível nacional, em prol dos direitos humanos e das liberdades fundamentais.

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CNID felicita “A Bola”

A Direção do CNID, reunida hoje em Lisboa, aprovou um voto de felicitações a “A Bola” pelo 75.º aniversário do jornal.

Num tempo de grandes desafios para as empresas de “media”, o CNID destaca o prestígio nacional e internacional que a “A Bola” foi conquistando ao longo da vida e deseja que o jornal encontre as melhores respostas para os tempos de mudança que se vivem no sector.
 
O CNID recorda que entre os fundadores desta instituição se encontram vários jornalistas de “A Bola”, designadamente Vítor Santos e Aurélio Márcio, e que outro “nome grande” do jornal, António Santos Neves, é atualmente o presidente da Assembleia Geral do CNID.
Por tudo isto é muito grato ao CNID assinalar esta efeméride histórica de “A Bola”.