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Visita aos meandros da fundação (Parte II). Admissão unânime na AIPS em Junho 1966

(Continuação)

A iniciativa urgia porque se aproximava a realização do Campeonato do Mundo de Futebol, “Inglaterra 1966” e a filiação do CNID na AIPS (Association International de la Press Sportive/International Sports Press Association)  era fundamental para que o CNID se pudesse afirmar, universalmente, como representante único e legítimo dos jornalistas portugueses que  operavam  na área  do Desporto, em Portugal, e careciam das respectivas acreditações junto dos organizadores do “Mundial” de Futebol.
Fernando Soromenho, então já presidente eleito da Direcção do CNID, recebeu, entretanto, um honroso convite do presidente da AIPS, Félix Lévitan (haviam-se conhecido nos Jogos Olímpicos, Tóquio 1964 ) para participar nos trabalhos do  Congresso da AIPS que, à data, Junho de 1966, decorriam na Finlândia.


Sublinhe-se, a propósito, que a deslocação de Soromenho a Helsínquia só foi possível com o incentivo e o apoio decisivo  do dr. Armando Rocha, então Director-Geral dos Desportos, homem da causa desportiva e um amigo do CNID. Após Abril  de 1974, Armando Rocha desempenhou funções, ainda, como presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB).
Num texto por mim recolhido, meses antes de Fernando Soromenho falecer, e por ele ditado, na sua casa da Parede (concelho de Cascais), é bem visível o entusiasmo e a dedicação, sem limites, à causa do Jornalismo dos cabouqueiros da nossa Associação.
O reconhecimento público da existência profissional dos jornalistas portugueses, que trabalham na área do Desporto foi alcançado, assim, a nível nacional e internacional. Com muito suor, com  algumas lágrimas também, muito esforço e persistência e uma luta consequente contra os escolhos impertinentes que a sociedade retrógrada de então colocava a cada passo de sucesso, colectivo e solidário!.
Num curto espaço de tempo foram atingidas, no entanto, metas julgadas inacessíveis. Ultrapassadas também com a ajuda e a compreensão necessárias, de gente de boa fé e melhor esclarecida. Foi possível, então, garantir uma grande vitória na empreitada através
de duas acções finais, muitíssimo importantes:

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